Páginas

quinta-feira, 24 de julho de 2014

Brasil está entre os dez mais em ranking de atratividade para investimentos em renováveis.

O Brasil subiu duas posições e ocupa o 10º lugar no índice de atratividade de investimento em energia renovável elaborado pela EY, novo nome da Ernest &Young. O Renewable Energy Country Attractiveness Index, ranking trimestral da consultoria que analisa o mercado de fontes limpas em 40 países, mostra que leilões previstos para este ano fizeram com que o país subisse ao top 10 pela primeira vez.



A expectativa da análise é que a energia eólica lidere novamente os investimentos no Brasil, mas o interesse por energia solar está crescendo rapidamente com as novas previsões de capacidade de geração. Mário Lima, diretor executivo de consultoria em sustentabilidade da EY, afirma que a existência de normas para os leilões de energias renováveis são pontos importantes para atrair mais investimentos no País. Segundo ele, os investidores gostam de regras claras.
Ainda segundo ele, um grande obstáculo hoje para o desenvolvimento da geração de energia solar é a exigência de elevado conteúdo local para a concessão de financiamentos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social. Hoje, 60% dos equipamentos devem ser fabricados no Brasil. Para ele, a redução atrairia fabricantes para o mercado. Ele conta que a China faz hoje fortes investimentos no setor, o que resulta em queda nos custos dos equipamentos.
No ranking da EY, o Brasil ocupa o 7º lugar na atração de investimentos para parques eólicos construídos em terra. Além disso, está na 10ª colocação em aportes em usinas termossolares e 15ª em usinas solares fotovoltaicas. Estados Unidos, China, Alemanha e Japão seguem como os quatro primeiros colocados no índice de atratividade; o Canadá subiu uma posição em relação ao último índice, de 6º para 5º colocado, trocando de posição com o Reino Unido.

Seguem os 15 primeiros colocados do ranking:

1. Estados Unidos
2. China
3. Alemanha
4. Japão
5. Canadá
6. Reino Unido
7. Índia
8. França
9. Austrália
10. Brasil
11. Coreia do Sul
12. Itália
13. Chile
14. Bélgica
15. Holanda

Fonte: Canal Energia 24/07/2014